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Portsmouth tem brilhado


Na presente edição da sempre competitiva Liga inglesa há uma equipa que merece especial destaque, não só pelo bom futebol que tem apresentado, mas, sobretudo, pelo fantástico 3º posto ocupado até ao momento. Falamos do Portsmouth, treinado por Harry Redknapp.
Se no banco está um técnico com grande experiência e conhecimento, no plantel passa-se o mesmo, com a presença de alguns jogadores que dispensam apresentações e que continuam a dar nas vistas em terras de Sua Majestade.
Construído em 4-4-2, o Portsmouth tem qualidade de sobra em todos os seus sectores. David James é o guardião que joga atrás de uma defesa forte e coesa constituída por Glen Johnson (emprestado pelo Chelsea) na direita, os sólidos Primus e Sol Campbell, que formam uma enorme barreira no centro e o capitão Stefanovic na esquerda.
No meio-campo as opções são mais que muitas e todas de qualidade insuspeita. Pedro Mendes tem sido fundamental e quase intocável, bem como Gary O'Neil e Taylor, que descaem para os flancos. No apoio ao ataque a escolha tem recaído em Niko Kranjcar e Sean Davis. Mas as opções para a intermediária não se ficam por aqui, já que Manuel Fernandes, David Thompson, Koroman e Douala – estes dois últimos prejudicados pelo esquema - também são jogadores a ter em conta.
No ataque mais do mesmo: qualidade a rodos. O nigeriano Kanu (8 golos) e o zimbabuano Benjani Mwaruwari (3 golos) têm dado boa conta do recado. Porém, prontos para lhes roubar a titularidade e alvejar as balizas contrárias estão LuaLua (2 golos), Todorov (2 golos), o eterno Andy Cole (2 golos) e Mornar.
Pela qualidade dos intérpretes, beleza do seu futebol e pelo que está a fazer na premiership o Portsmouth é uma equipa que merece ser seguida com grande atenção.

JM
Quinta-feira, Novembro 23, 2006

Novas potências do futebol?



Concorrendo directamente com as grandes potências futebolísticas, surgem três selecções que têm aparecido plenas de força em importantes competições, são elas a Sérvia e Montenegro, República Checa e Ucrânia.
Os bons resultados alcançados recentemente em torneios como o Europeu de sub-17 e de sub-21, são um bom exemplo do bom trabalho que está a ser realizado na formação nestes países.
No Europeu de sub-17, realizado no Luxemburgo, a República Checa foi finalista vencida (nas grandes penalidades frente à Rússia) e mostrou ter o futuro bem assegurado, com um jogador em foco: Tomáš Necid.
A equipa da Sérvia e Montenegro também participou no torneio, porém a sua prestação foi modesta, ficando-se pela fase de grupos.
No nosso Euro Sub-21 a Sérvia e Montenegro e a Ucrânia foram presenças bastante notadas. Após passarem os respectivos grupos as duas selecções encontraram-se nas meias finais. Os ucranianos venceram no desempate por penalties e o resto da história já todos sabem, na final foi derrotada pela Holanda por injustos 3-0.
Na mente ficam alguns nomes de relevo. Com a camisola da Sérvia e Montenegro Dušan Basta, Nenad Milijaš e Miloš Krasić, entre outros, deram nas vistas.


Os finalistas vencidos também mostraram em Portugal alguns jogadores com grande talento. Três deles estarão, inclusivamente, no Mundial. Os nomes? Pyatov (guarda-redes), Chygrynskiy (defesa) e Artem Milevskiy (avançado).
Estas três selecções estarão igualmente presentes no Mundial. Os servo-montenegrinos contam com uma equipa bastante equilibrada. Do onze base sobressaem Vidic (Man Utd), Dragutinovic (Sevilha), Stankovic (Inter), Djordjevic (Olympiakos), Koroman (Portsmouth), Milosevic (Osasuna) e Kezman (Atlético Madrid).
Os checos mostraram no Euro 2004 toda a qualidade do seu futebol. Karel Bruckner pouco mexeu na convocatória de há dois anos. Desta forma a República Checa deve actuar com: Petr Cech; Grygera, Ujfalusi, Rozenhal, Jankulovski; Galasek, Poborsky, Rosicky Nedved; Baros e Jan Koller.



A Ucrânia é estreante em fases finais, porém foi a primeira selecção europeia a qualificar-se para o Mundial, num grupo assaz complicado onde tinha a concorrência da Turquia, Dinamarca e Grécia. Futebolistas como Shovkovski, Nesmachny, Gusin, Rotan, Voronin, Gusiev, Rebrov e Shevchenko estão prontos para surpreender.
É certo que ainda não venceram nenhuma competição importante, porém futebol dá mostras de grande vitalidade nestes países. Novas potências no futebol europeu?

JM

Terça-feira, Junho 06, 2006

La fúria espanhola



Espanha foi, esta temporada, o país do futebol. Um país com duas capitais futebolísticas: Sevilha e Barcelona. A primeira ainda festeja o feito único de um dos clubes locais. O Sevilha Fútbol Club venceu a Taça UEFA, frente ao Middlesbrough, por esclarecedores 4-0, com exibições portentosas de jogadores como Enzo Maresca, Daniel Alves e Jesús Navas.
Falar do Barcelona é falar de futebol espectáculo. Impulsionados pela pura arte de Ronaldinho, a velocidade e veia goleadora de Eto’o e a magia de Deco os blaugrana, foram deixando para trás todos os adversários e na final, embora tenham estado a perder durante largos minutos frente ao digno Arsenal, souberam ser letais e a dez minutos do final viraram o resultado a seu favor.
Mas agora é na selecção que se centram as atenções.
É verdade que a equipa espanhola nunca fez história em Campeonatos do Mundo (o melhor resultado conseguido foi um 4º lugar em 1950), mas Espanha, pela qualidade dos seus atletas, é sempre um adversário temível.
O grupo H, em teoria, será favorável para a equipa de Luis Aragonés. Os advserários na primeira fase serão a Ucrânia Tunísia e Arábia Saudita.
Alguns nomes da lista de convocados espanhola fazem sonhar os apaixonados por bom futebol. Puyol (jogador que ergueu a tão ambicionada Taça da Liga dos Campeões), Cesc Fabregas (grande descoberta de Arséne Wenger), David Villa (goleador do Valência, a apenas um tento do pichichi Eto’o), Fernando Torres (o Il niño do Atlético de Madrid) e Marcos Senna (brasileiro naturalizado espanhol, que foi escolhido em detrimento de Baraja), não quererão, por certo, deixar os créditos por mãos alheias. Luis Aragonés terá uma agradável dor de cabeça para formar o onze inicial, uma vez que as opções são muitas e todas de qualidade insuspeita. A selecção espanhola entra em campo pela primeira vez no Mundial, no dia 14 de Julho, frente à Ucrânia, pelas 14 horas, no Zentrstadion, em Leipzig. A ver vamos se será o início de mais uma frustrante participação ou o começo de uma caminhada memorável.

Eis os 23 eleitos de Luis Aragonés: GR- Iker Casillas (Real Madrid), José Manuel Reina (Liverpool), Santiago Cañizares (Valência); D- Antonio Lopez (Atlético de Madrid), Pablo Ibanez (Atlético de Madrid), Asier Del Horno (Chelsea), Carles Puyol (Barcelona), Juanito (Bétis), Michel Salgado (Real Madrid), Sérgio Ramos (Real Madrid), Carlos Marchena (Valência); M- Cesc Fabregas (Arsenal), Andrés Iniesta (Barcelona), Xavi (Barcelona), Joaquin (Bétis), Xabi Alonso (Liverpool), David Albelda (Valência), Marcos Senna (Villarreal) José Antonio Reyes (Arsenal), Luis Garcia (Liverpool); A- Fernando Torres (Atlético de Madrid), David Villa (Valência), Raúl (Real Madrid)

Onze Golo de Letra: Casillas; Michel Salgado, Sérgio Ramos, Puyol, Del Horno; Xabi Alonso, Fabregas; Reyes, Luis Garcia, David Villa; Torres

Na foto: Fabregas (número 8) e Luis Garcia (número 21), felicitam David Villa (com a bola).

JM

Quarta-feira, Maio 31, 2006



Daúto Faquirá faz parte da nova geração de treinadores. Inteligente, metódico e ambicioso o ex-timoneiro do Estoril transmite aos seus jogadores uma grande vontade de vencer. Os resultados estão à vista. Nas divisões inferiores o treinador de 41 anos já ganhou tudo o que havia para ganhar. Um subida de divisão ao comando do Sintrense (da IIIªDivisão para a IIª), duas pelo Odivelas (dos Distritais até à IIª) e outra subida, desta feita ao leme do Barreirense (da II para a Liga de Honra). Na temporada que agora termina Faquirá assumiu os destinos do Estoril-Praia, porém a grave crise financeira que assolou o clube da Linha ditou a sua saída, numa altura em que ocupava os lugares cimeiros da classificação da Liga de Honra.
Grande conhecedor do mercado interno, quando muda de clube o técnico faz-se quase sempre acompanhar por alguns jogadores da sua confiança. Daúto Faquirá orientou e lançou jogadores que começaram em escalões inferiores e que já conheceram algum sucesso, como são os casos de Vítor Moreno, contratado ao Futebol Benfica e que acompanhou o técnico no Odivelas, Barreirense, Estoril e que hoje actua no Vitória de Guimarães. Malá, ex-jogador do Amora, Odivelas, Beira-Mar e actualmente no Estoril. Dady, avançado contratado ao Aldeonovense e que passou pelo Odivelas e Estoril, representando agora o Belenenses. E Yoni, excelente jogador espanhol adquirido pelo Odivelas ao Elvas e que passou com Fáquirá pelo Estoril, regressando depois ao seu país.
O nome de Daúto Faquirá tem sido amiudadas vezes bafejado para orientar clubes da Liga, porém nunca tal se concretizou. Os grandes palcos chamam por si. A ver vamos quando chegará ao principal escalão do futebol português.

Nome: Daúto Xaharmane Amade Faquirá
Nascimento: 26-12-1965
Naturalidade: Moçambique
Percurso como treinador: Sintrense (de 1997 a 1999) Odivelas (de 1999 a 2003), Barreirense (2003 a 2005) e Estoril (2005)

JM

Sexta-feira, Maio 26, 2006

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