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Se olharmos para o panorama internacional e pensarmos num jogador que, apesar da sua excelência, não alcança a unanimidade da critica e dos adeptos, esse atleta é Filippo Inzaghi.
Apesar de ter uma carreira recheada de títulos colectivos, campeonatos de Itália por Juventus e Milan, 2 ligas dos campeões, 2 supertaças europeias, um titulo mundial pela selecção italiana, só para citar alguns, ‘Pippo’ não tem prémios individuais de nomeada.

Desde cedo que este ponta de lança demonstrou ter uma boa relação com as redes
contrárias. Deu nas vistas ainda adolescente no Leffe, emprestado pelo Piacenza, tendo apontado 13 golos em 21 jogos na série ‘C’ do seu país na época de 91/92. Seguiu-se depois uma aventura no Bari, já na série ‘B’ onde consegui cimentar ainda mais a sua imagem de esperança do futebol italiano, 13 golos em 36 jogos. Passou por vários clubes até finalmente alcançar o prémio de melhor marcador do ‘calccio’ ao serviço do Atalanta em 1996 com a marca de 24 golos em 33 jogos!
Esta marca não passou despercebida aos grandes clubes e foi a Juventus a conseguir contratar este rato de área. E foi precisamente aqui que o seu futebol começou a gerar discórdia. Apesar de ter apontado 58 golos em 122 jogos, Inzaghi foi relegado para o banco em favor de David Trézéguet.

Apesar deste contratempo não baixou os braços e seguiu para o rival Milan. A sua performance não baixou mas uma lesão no joelho não o largou e foi perdendo a importância na equipa que sempre teve ao seu dispor avançados de nomeada.

Filippo Inzaghi é muitas vezes criticado pelo seu estilo de jogo. É um jogador que não tem participação colectiva e que passa muitas vezes ao lado do jogo. Mas quando o vemos dentro da área a enganar com mestria os defesas adversários percebemos como é grande a sua qualidade. Não é um avançado que espere que a bola lhe chegue facilmente, procura sim ganhar posição aos seus adversários quebrando a lei do fora de jogo como ninguém. É rápido, silencioso e quase sempre mortal. Apesar de não ter grande velocidade de ponta, que piora com o avançar da idade, é extremamente veloz em espaços curtos e ágil o suficiente para chegar com o pé á bola primeiro que os seus adversários. A alcunha de ‘Predador’ cai-lhe como uma luva, não há muitos jogadores que ataquem as redes contrárias com uma eficácia tão alta. É um mestres das movimentações na pequena área.
Super ‘Pippo’ não precisa de apresentações, mas a pequena homenagem é totalmente merecida.

Nome: Filippo Inzaghi
Nacionalidade: Italiana
Altura: 1,81m
Posição: Ponta de lança
Internacionalizações: 54 (25 golos)

Rui Costa regressa

Acabou finalmente a novela com maior longevidade da história do futebol português, Rui Costa regressa enfim ao SL Benfica.
Apesar de ter cumprido apenas 3 épocas como profissional do clube, Rui deixou no seio dos benfiquistas grande saudade, em 1994 viviam-se tempos de crise na Luz e o presidente Damásio viu-se obrigado a vender um dos seus mais preciosos activos. A Fiorentina demonstrou interesse e pela quantia de 1,2 milhões de contos levou o maestro. Durante as 7 épocas em que representou o clube de Florença não ganhou muitos titulos, apenas duas taças de Itália. Apesar disso conseguiu conquistar o prémio de melhor número 10 a actuar no país em 2000. Desde o primeiro dia em que saiu do Benfica se falava do seu regresso, quando a Fiorentina declarou falência essa hipótese tomou contornos muito fortes, mas Rui Costa decidiu continuar a sua carreira no país, mais propriamente em Milão onde se afirmou totalmente como um dos melhores 10 do mundo, conquistando pelo meio uma Taça de Itália,uma Liga dos Campeões,uma Supertaça de Itália, um Campeonato e uma Supertaça Europeia. Sempre visto como um grande profissional e um grande homem deixou em 2004 a seleção nacional convicto de que o seu contributo já não seria tão importante. A sua carreira parecia entrar claramente numa curva descendente, afastado da seleção e suplente de Kaká no Milan desde a chegada do brasileiro ao clube, decidiu então esta semana pôr fim ao seu contrato com o clube transalpino, assim estavam escancaradas as portas de regresso ao Benfica.
Acabada esta novela escrevem-se linhas para uma nova estória. Será Rui Costa capaz de alcançar o sucesso que os adeptos esperam? Apesar de já não ter a frescura física de um miúdo de 20 anos e de se pensar que o seu rendimento possa ser afectado pela falta de motivação face ao sucesso da sua carreira, é importante realçar que raramente sofreu lesões, relembrando que a sua posição não será das mais desgastantes e com a experiência do jogador e com gestão de esforço poderá ser muito importante nesta época que está a caminho. Não podemos esquecer ainda que Rui Costa é um jogador com uma visão de jogo fantástica, apesar de não marcar muitos golos é muito importante pelo número de assistências que faz. Para além de todas as características futebolísticas do jogador que dispensam apresentações temos a importância que terá no balneário e o factor marketing. É sabido que o salário que vai auferir não será muito baixo, mas é um facto que o Benfica é único clube em Portugal capaz de cobrir parte das contas dos ordenados com as camisolas que vende, e com certeza que o número de vendas de camisolas com o nome de Rui Costa estampado serão um sucesso.
As dúvidas quanto à utilidade de Rui Costa para o Benfica só serão dissipadas no arranque da temporada de 2006/2007, goste-se ou não, é importante para a nossa liga ter jogadores desta craveira.

AS

Sexta-feira, Maio 26, 2006

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